Uma vez definida a área in-situ, o reconhecimento das camadas de solo (áreas infiltrativas) e a verificação da presença do lençol freático, tem início o Ensaio de Percolação propriamente dito – que, via de regra, é feito para calcular com precisão o dimensionamento de sistemas de tratamento de efluentes líquidos. Com cavas de diâmetro de 150 milímetros e trado de 6”, equidistantes e a um metro acima do lençol freático, o ensaio tem prosseguimento com as leituras de rebaixamento, realizadas em intervalos de 30 em 30 minutos após a saturação da camada do solo a ser analisada. O ensaio é regulado pelo Anexo A da norma da ABNT 13969/1997 – Tanques sépticos – Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos – Projeto, construção e operação. O relatório final revela a taxa de percolação (min/m) e a taxa de aplicação diária (m3/m2.dia).